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October 13
Gostaria de divulgar uma experiência bem interessante de uma escola em que trabalhei, na Paulicéia. Os alunos criaram um projeto de um balanço que pudesse ser utilizado por alunos que usam cadeira de rodas. Esse assunto foi matéria do Jornal Hoje de 12 de outubro e está disponível em http://gmc.globo.com/GMC/0,,2465-p-M366069,00.html . Eu consegui acessar mesmo sem ser assinante, mas para quem é assinante é possível acessar em uma resolução melhor. O mais interessante de tudo é que o projeto saiu do papel e das peças de lego (Material para o trabalho com educação Tecnológica, utilizado na rede municipal de ensino) e foi viabilizado. Parabéns aos professores, alunos, pais, colaboradores e direção da EMEB Padre Fiorente Elena!
Vejam o texto completo da matéria
Realização de um sonho
Uma história emocionante. Crianças ajudam outras crianças a realizar o que parecia impossível.
Com uma vida inteira pela frente, a criança sonha muito. “Tenho vários. Devo ter uns 10 sonhos, por aí”, diz uma menina.
Qual seria o sonho de quem depende de rodas pra andar? A dúvida fez os alunos de uma escola pública se colocarem no lugar de dois colegas que enfrentam todo tipo de obstáculo sentados numa cadeira.
Sem uma conclusão, fizeram a pergunta aos interessados: Jonathan, de sete anos e Marcus, de nove anos, que agora está em casa se recuperando de uma cirurgia.
A resposta surpreendeu a todos, porque o sonho deles não era ultrapassar degraus, nem vencer escadas. O que Jonathan e Marcus mais queriam era poder brincar de balanço. “Todo mundo brincava e eu não brincava”, disse Marcus.
“Nunca poderia imaginar que o sonho deles era se balançar. A gente nunca tinha parado pra pensar sobre isso”, disse Thaís Lopes, de 10 anos.
A surpresa logo deu lugar à ação. Nas folhas em branco, começaram a surgir os rascunhos. Do papel, eles passaram para as peças de montar. O impossível começava a tomar forma.
O projeto foi parar nas mãos de um empresário do bairro, que transformou em realidade o que parecia um sonho. “O projeto que o grupo da escola apreentou já constituía uma gôndola, para abrigar a cadeira de rodas”, disse o empresário Denes Cantos Júnior.
Jonathan entra com a cadeira no balanço e as rodas são travadas. Depois, só precisa de um empurrãozinho pra ganhar o céu. “Ela começa a balançar parece que estou voando.”
Como nos contos de fadas, o sonho realizado leva à moral da história. “Quando você quer, você realiza”, disse Jonathan.
“Aprendi que não é só pensar em si mesmo, tem que também pensar nos outros, com os olhos dos outros”, disse um dos alunos.
Como as crianças não cansam de sonhar, Jonathan já fez outra "encomenda" aos colegas. “Ter uma um gira-gira.”
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October 08 26/09/2005 Internet pública para deficientes
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| ESPECIAL – O governador de SP, GeraldoAlckmin, inaugurou terminal |
Acessórios permitem acessibilidade nos postos e-Poupatempo
Acessórios e programas de computador vão facilitar a vida dos deficientes físicos nas unidades do e-Poupatempo, onde a população é orientada a usar serviços públicos pela internet.
O primeiro terminal equipado para receber pessoas com necessidades especiais foi entregue na semana passada à unidade de Guarulhos (SP). O computador têm um software leitor de tela e um programa que obedece a comandos de voz. “Quando o leitor passa o mouse sobre uma foto, o computador irá explicar o que é aquilo”, exemplifica Álvaro Gregório, gerente do e-Poupatempo.
Além dos softwares, há equipamentos que facilitam o uso do computador pelos portadores de deficiência física. Um deles é o capacete apelidado de Tamanduá, que tem uma ponta de aço que permite a digitação com movimentos da cabeça.
O mouse é especial, com teclas que facilitam os movimentos do cursor. “Ajuda a quem tem mal de Parkirson”, diz. Outro acessório útil é a "colméia", adaptador de teclado de acrílico, para evitar que tremores prejudiquem a digitação.
Monitores de cristal líquido (LCD), de 19 polegadas, facilitam a leitura de quem tem pouca visão. A ferramenta de lupa aumenta a página de internet em até nove vezes.
O mobiliário está adaptado para quem usa cadeira de rodas, com várias regulagens.
Os terminais adaptados serão instalados em quatro postos do e-Poupatempo. Atendentes orientarão a utilização. Haverá também totens de auto-atendimento voltados aos portadores de deficiência nos nove postos do Poupatempo. “Até o fim do ano, todas as máquinas devem ser entregues”, diz Gregório.
A sala de informática do Parque da Juventude, na zona norte de São Paulo, receberá 20 computadores com acessibilidade universal. "Por volta de 14% da população necessita de terminais especiais e irá se beneficiar disso", estima Gregório. K.A. October 03 Oi pessoas!
Recebi dicas quentíssimas sobre novas funcionalidades no Spaces.
Agora é possível personalizar muito mais e contar com novos recursos, dentre eles: inserir vídeos, html, efeitos especiais, músicas, livros de visitas, personalizar o fundo (além dos modelos que já existem), etc
Dá até para transformar o Spaces em um vlog... eu já comecei acrescentando o vídeo ao lado, produzido por professores que participaram do TecEduc@tion.
Quem quiser saber mais, veja dicas nesses links.
Quem tiver Spaces e quiser testar essas novidades, divulgue depois, ok?
Aguardem mudanças radicais por aqui também!!!
[]s October 02 Esse mês foi bem corrido e só agora aproveitei para atualizar as fotos das últimas formações e comemorações: Formação Oxigenio, TecEduc@tion, formação de Goiás para colaboradores AMAP, formação para colaboradores da rede estadual de São Paulo.
Aproveitando incluí nas fotos mais "familiares" o encontro com o pessoal que estudou comigo no Alexandre de Gusmão/ Magistério. July 01 Eu adorei esta materia publicada na Isto é... por isso copiei praticamente na integra e abaixo cito o link exato da Fonte.
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• Médico formado na Universidade de São Paulo em 1966 • Já atendeu mais de sete mil pacientes em sua clínica de psicoterapia breve • Foi pioneiro na abordagem de temas como amor e sexualidade no Brasil • Escreveu seu primeiro livro há 30 anos e já publicou 23 obras |
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| Flávio Gikovate |
| Ninguém é bonzinho |
Psiquiatra afirma que as pessoas se dividem em egoístas e generosas por fraqueza, e não por vontade própria. Nenhuma delas merece aplauso |
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Camilo Vannuchi |
Uma trama diabólica. É assim que Flávio Gikovate, 63 anos, define a divisão do Mundo entre egoístas e generosos no livro O mal, o bem e mais além (MG Editores, 160 págs., R$ 29,70), com lançamento previsto para a terça-feira 14 em São Paulo. Sua experiência em consultório o fez perceber que quase todos os casais – e também as relações sociais e entre amigos – fundamentam sua relação nas trocas estabelecidas entre uma personalidade mais exigente, barulhenta e emocionalmente sensível e outra mais madura, compreensiva ao extremo. Divisão um tanto maniqueísta? Gikovate diz que não. “A culpa não é minha se existem apenas dois tipos de pessoas”, afirma. A novidade presente no livro é que, segundo ele, os generosos não formam o time do bem, como julga o senso comum, nem os egoístas são os vilões. Sua hipótese é de que as diferentes reações a sentimentos humanos, como vaidade, inveja, culpa e humilhação, acabam por determinar o perfil de cada indivíduo. A miséria dos egoístas está no fato de que eles dependem dos generosos, assim como os generosos precisam dos egoístas.
ISTOÉ – O que o levou a escrever sobre a velha dicotomia entre o bem e o mal? Flávio Gikovate – O tema da moral está presente há algum tempo em meu trabalho, mas antes tratava o egoísmo como algo pior do que a generosidade. Em 1976, escrevi que havia dois tipos de amor, por diferença e por semelhança. A grande maioria dos casais se estabelecem entre pessoas antagônicas. Hoje, a moda é falar em alma gêmea, mas, na prática, as pessoas continuam se encantando por oposição e dizendo que os opostos se atraem. A atração por opostos tem muitas causas, desde a dificuldade de auto-estima (não gostar do seu jeito de ser e se encantar com o outro) até o medo da paixão, muito intensa, estabelecida entre semelhantes. A paixão, diferentemente da maioria das relações, se dá entre pessoas parecidas.
ISTOÉ – Por quê? Gikovate – Paixão é amor em grande intensidade mais medo em grande intensidade. O coração não bate por amor, mas por medo. E muita gente acha que, quando a paixão vai passando, é como se o amor diminuísse também. Apenas o medo diminui. Mas muitas paixões terminam quando os amantes não suportam o que chamo de medo da felicidade. Ele está na raiz do pensamento supersticioso. O olho gordo tem cinco mil anos. O medo da felicidade surge quando estamos no meio de muita coisa boa e temos a impressão de que um raio vai cair na nossa cabeça. Muitos preferem se unir a uma pessoa diferente de si para garantir um pouco de irritação. Ligar-se a uma pessoa antagônica encanta e irrita ao mesmo tempo. Na paixão, as afinidades são enormes, os dois se encaixam maravilhosamente bem e o pânico se instala. As separações ocorrem por isso, e não por causa dos obstáculos.
ISTOÉ – Por isso a maioria dos casais é formada por um egoísta e um generoso? Gikovate – Entre dois egoístas, a relação é impossível. Acontecem muitas brigas. Não dá problema psiquiátrico, mas ortopédico (risos). Quando o egoísta é casado com um generoso, pelo menos este coloca panos quentes. Quase sempre, a paixão ocorre entre dois generosos que acabam deixando de ser generosos. Seriam casais perfeitos se o generoso, tão atrapalhado psicologicamente quanto o egoísta, aprendesse a receber.
ISTOÉ – Como são, afinal, os generosos e os egoístas? Gikovate – O egoísta é estourado, ciumento, gosta de fazer autopromoção, é extrovertido porque não consegue ficar sozinho e intolerante à frustração. Faz o diabo para não se frustrar, inclusive passar por cima dos direitos dos outros. A partir dos seis anos, a criança é capaz de abstrair e se colocar no lugar do outro. Se uma criança vê um menino em uma cadeira de rodas e se imagina em seu lugar, sofrerá com isso. E uma criança que não suporta essa dor interromperá esse processo. Fica com uma visão unilateral do mundo e perpetua um padrão egocêntrico. São pessoas invejosas, embora se mostrem sempre muito bem. Isso confunde até hoje os psicanalistas, que fundaram o conceito de narcisismo.
ISTOÉ – O narcisismo não existe? Gikovate – É um conceito usado para descrever pessoas que têm a postura do “eu sou bacana”, como se elas tivessem realmente esse juízo de si, o que não é verdade. Elas sabem que são um blefe. Fingem superioridade por se saberem invejosas e ciumentas. Elas precisam receber mais do que recebem. Matematicamente, são pessoas falidas. Podem botar a banca que for, mas são fracas.
ISTOÉ – E quem são os generosos e por que não devem ser encarados como representantes do bem? Gikovate – O generoso é o inverso do egoísta. Não reage nem quando deveria, não suporta provocar dor na outra pessoa, aceita dócil um monte de contrariedade. Fala um monte de sim quando deveria falar não. Quando você tem oito anos e é um menino bonzinho e seu irmão começa a chorar porque quer uma bola que é sua, você não agüenta o remorso que imagina que vai sentir e dá a bola para ele. Mas não era isso que você queria fazer. Aí a mãe vem e diz que você é legal. O elogio estimula a vaidade, que se acopla à generosidade. É mais uma vez um truque para se sentir superior à custa de uma fraqueza. O generoso também inveja o egoísta, que é capaz de dizer não e goza os prazeres da vida, enquanto o generoso é todo cheio de pudores e constrangimentos. Acabam ficando duas porcarias.
ISTOÉ – A culpa é da sociedade que valoriza a concessão como virtude? Gikovate – Para ter um filho bonzinho, tem que ter um filho pestinha. A mãe poderia chegar para o filho que quer a bola e dizer “não enche o saco, a bola é do seu irmão”. Mas ao reforçar a generosidade de um dos filhos, ela reforça também o egoísmo do outro. Não existe generosidade sem egoísmo. De vez em quando eu assisto a esses programas evangélicos na televisão e penso no que seria deles sem o Satanás. Não haveria programa. Essa dualidade é patética, ridícula. Para poder ser o bonzinho, o bacana, ir para o céu e ser uma teta na qual todos mamam, precisa haver os parasitas que vão lá mamar. Há uma aliança no domínio das elites entre o generoso e o egoísta. Comparo com o sacerdote e o guerreiro. O sacerdote seria o bonzinho e o guerreiro, o mau. Os dois sempre se freqüentaram e compartilharam poder. | June 26 A descoberta do dia!
Aprendi compartilhar as fotos do celular com o Pocket. Agora é uma beleza: é só tirar a foto e na hora mesmo todos poderão ver como ficou. A partir de agora, disponibilizarei as proximas fotos "artísticas" também em http://www.flickr.com/photos/marygrace/ June 05 Nos próximos dias 16 e 17 de junho, das 8h às 21h, acontece em São Bernardo o II Encontro Educacional de Tecnologia da Informação (Eneti), promovido pela Secretaria de Educação e Cultura do município.
O evento, pioneiro na região, será realizado no Centro de Formação dos Profissionais da Educação (Cenforpe) e tem como objetivo mostrar os trabalhos desenvolvidos pelos alunos nos laboratórios de informática da rede. Cerca de 2 mil alunos expositores, com idade a partir de 7 anos, apresentarão seus projetos desenvolvidos utilizando as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação (NTICs), em estandes divididos em células temáticas, o que possibilita mostrar como um mesmo conteúdo pode ser abordado em diferentes aspectos.
O destaque do evento é que, no Eneti, os alunos são os protagonistas do seu processo de aprendizagem. Outro fato interessante será a integração entre escola pública, particular e de educação especial, algo inédito em um encontro de educação, pois eles estarão trabalhando juntos, uma vez que a divisão será apenas por temas. Fonte: http://www.saobernardo.sp.gov.br/comuns/destaque_materia_completa.asp?codigo=862 Há maiores informações no site do evento: www.eneti.com.br |  |
May 16 6/05/2005 José Antonio Ramalho , 43 anos, jornalista, escritor e aventureiro Começa a peregrinação hi-tech AVENTUREIRO DIGITAL - José A. Ramalho prepara a bagagem tecnológica que levará para Santiago de Compostela, na Espanha. Celular servirá para postar fotos e textos em site. Notebook, editará vídeos e arquivará material para livro e documentário Com auxílio de arsenal tecnológico, jornalista e escritor fará relato online de viagem de bicicleta pelo Caminho de Santiago Roberta Silva A partir de amanhã, o jornalista, escritor e consultor de informática José Antonio Ramalho, 43 anos, abandonará a rotina de seu escritório doméstico na cidade de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, para aventurar-se, de bicicleta, numa das rotas de peregrinação mais conhecidas do mundo: o Caminho de Santiago de Compostela, no norte da Espanha.
Mas ele não vai a passeio. Entre um período e outro de intensas pedaladas, ele e seu companheiro de viagem, Irineu Masiero, prometem postar diariamente fotos de paisagens míticas e cidades medievais, assim como relatos do trajeto percorrido, no site www.grandesaventuras.com.br.
Para isso, os ciclistas-peregrinos carregam um arsenal de equipamentos tecnológicos de último tipo: um notebook AMD Turion 64, um celular Sony Ericsson com câmera de 2 megapixels, uma câmera fotográfica digital Olympus, uma filmadora Mini DV da Cannon e uma impressora portátil da Lexmark.
"Com o celular, poderei tirar uma foto com boa resolução, fazer um texto curto e atualizar o site sem depender da internet local. No final do dia, usarei o notebook para contar cada detalhe de tudo o que o que passamos", diz.
Ramalho – que está mais interessado no aspecto histórico, cultural e, claro, aventureiro da viagem do que em sua esfera mística ou religiosa – fez a lição de casa. Além da bagagem hi-tech, pesquisou a localização de hotspots (áreas servidas por internet sem fio) na região e de cyber cafés para manter o site sempre com notícias fresquinhas.
Mas aposta no celular para, a qualquer hora do dia, poder enviar imagens instantâneas para os internautas do outro lado do mundo. O telefoninho em questão é o K750, da Sony Ericsson, que fotografa no escuro e possui recursos avançados para a transferência de arquivos de som, texto e imagem.
Já o computador portátil, da AMD, tem 64 bits e foi planejado para suportar condições de transporte adversas. Conecta-se à internet sem fio (Wi-Fi), tem disco rígido de 80 GB, baterias de longa duração, editor de vídeo e gravador de DVD. Nele, Ramalho arquivará suas fotos, vídeos e textos, que servirão, posteriormente, para realizar um livro e um documentário sobre o Caminho de Santiago.
"Quero usar toda a tecnologia a meu dispor para compartilhar o que vamos viver com as pessoas que não estarão lá conosco", diz. De todos os seus equipamentos, o preferido é uma máquina fotográfica digital de 8 megapixels, a E300 da Olympus.
A câmera também servirá para agradar aos personagens que ele encontrar no caminho e que, eventualmente, forem fotografados. Com uma impressora portátil, a P315 da Lexmark, Ramalho pretende imprimir uma cópia das fotos para presentear seus "modelos". "O adjetivo mais carinhoso que me deram por causa dessa idéia foi o de maluco", brinca.
Ele também disponibilizará um endereço de e-mail no site para que, durante as trilhas do Caminho de Santiago, possa receber mensagens com dicas e comentários via notebook ou celular.
Durante a viagem, um relógio da marca Polar com monitor cardíaco e outros recursos registrará a performance do ciclista. Dados como freqüência cardíaca, quilômetros percorridos e velocidade serão enviados através de mensagens de texto do celular para o preparador físico, em São José do Rio Preto, e comporão um gráfico no notebook.
O envolvimento de Ramalho com a tecnologia não é coisa recente. Em 1985, logo após se formar em Processamento de Dados, ele lançou seu primeiro livro de informática sobre o vovô dos editores de texto atuais, o Word Star. "Não havia nenhum livro em português sobre o assunto. Foi um sucesso de vendas", lembra.
"A partir daí, termino um livro e começo outro". Já são 91 títulos sobre tecnologia. O escritor recebe e-mails freqüentes com dúvidas e comentários de leitores. Alguns viraram amigos. Outros querem transformá-lo em "um escravo virtual", disponível 24 horas por dia para consultas de todos os tipos.
Ele conta que recebe e-mails de garotos entre 11 e 15 anos, filhos dos leitores dos seus primeiros livros, perguntando sobre linguagem de programação, como o HTML. "Dá vontade de mandar eles irem jogar bola e andar de bicicleta", diz.
Ramalho também já escreveu cinco livros sobre mitologia grega para crianças, assunto pelo qual se interessou após uma viagem à Grécia, em 1996.
Além do site Grandes Aventuras, ele tem outras páginas na internet: www.ramalho.com.br, que disponibiliza materiais adicionais para seus livros de informática; www.fotografando.com.br, em que comenta fotos mandadas por internautas, e www.mitologia.com.br, sobre seus livros infantis.
O Caminho de Santiago não é sua primeira aventura tecnológica. Em 2002, ele foi de São Paulo ao Alasca, no extremo norte do Hemisfério Norte, e de volta a Ushuaia, na Patagônia, no extremo sul do Hemisfério Sul, em um avião bimotor. Tirou 5 mil fotos digitais e atualizou o site através de um telefone via satélite.
Nessa viagem, ele teve o primeiro contato com o projeto Aldeias Infantis (www.aldeiasinfantis.org.br), organização que cuida de crianças órfãs em vários países do mundo. Durante sua próxima aventura na Espanha, dará palestras para crianças sob os cuidados da entidade e sorteará bicicletas.
Apesar de ser um apaixonado por novas tecnologias, ele é bem rigoroso ao decidir as que pretende adotar em seu cotidiano. "Só uso as que são úteis em minha vida."
Ele não costuma, por exemplo, baixar músicas em MP3 ou freqüentar comunidades virtuais como o Orkut. Mas, quando está dirigindo, é adepto do viva-voz e gosta de fazer ligações por comando de voz. "Tenho a sensação de que um japonesinho, escondido no porta-malas, faz a ligação para mim", diz.
Em casa, ele usa o MSN Messenger para se comunicar com amigos e contatos de trabalho e, há quase um ano, faz ligações internacionais via internet (usando a tecnologia de voz sobre IP, ou VoIP) para não gastar muito com interurbano. "O Skype é meu programa de computador preferido hoje em dia", conta. OUTRAS MATÉRIAS  O que é a peregrinação a Santiago de CompostelaMarch 03 Esta semana iniciou o curso avançado Aluno Monitor. Vou ser tutora da turma do Rotary + duas de Goiás. Também vou acompanhar a turma do PSE do Luiz. Estou bem animada e pelo visto os alunos também... Quando tiver mais novidades vou postar por aqui... []s February 03
 Já consegui acertar as configurações do celular e também andei testando a experiência de ler no Pocket. Baixei alguns e-books e iniciei lendo o Código de da Vinci. Tenho feito isto antes de dormir e estou gostando da experiência de ler deitada, tendo que apertar apenas um botãozinho para mudar de página. Só acho que os leitores de e-books, principalmente o Adobe Reader poderiam ter mais recursos, como por exemplo um marca texto e maior destaque para o marcador de páginas e comentários. O Adobe Reader não tem praticamente nada. Torço também para que tenhamos mais publicações relacionadas a área de educação, apesar de já poder considerar um grande avanço o fato de termos diversas teses e dissertações em .pdf , das melhores universidades, que podem ser lidas também no PDA. Vou indicar alguns links que encontrei: http://www.ebookcult.com.br/ http://www.ebooksbrasil.com/nacionais/ http://www.portaldetonando.com.br/ Neste último tem até o Medicina alternativa de A à Z, só que este livro caríssimo de capa dura não é confiável nem mesmo na versão original, apesar de estar em primeiro lugar na lista dos mais vendidos. Para saber sobre a crítica, leia a materia publicada pela revista Veja desta semana. January 26 Olha que legal, publicado na Folha de S. Paulo 19/01/2005 - 17h02 TIM lança computador de mão com foco na troca de mensagens eletrônicas EPAMINONDAS NETO da Folha Online
A TIM Brasil comercializa a partir de hoje seu mais novo produto para o setor corporativo, denominado BlackBerry, em parceira com a RIM (Research In Motion) e suporte técnico da IBM. A empresa já adquiriu a primeira partida do produto (seis mil unidades), com foco no atendimento às grandes empresas.
Trata-se de um pequeno PDA (computador de mão) em que a principal vantagem é troca de mensagens eletrônicas, inclusive com arquivos atachados nos principais formatos do pacote Office, da Microsoft: Word, Excel e Powerpoint, além do PDF, da Adobe.
Os PDAs distribuídos para um grupo de funcionários ficam conectados a um servidor da empresa, responsável pelo tráfego das mensagens.
"É um aparelho para o usuário em que o e-mail é um ponto crítico do negócio", afirma Mário Cesar Pereira, presidente da TIM Brasil.
A TIM quer combinar a cobertura de sua operação de telefonia móvel com a oferta de serviços voltados para o setor corporativo.
A empresa apresenta como outro diferencial do BlackBerry a possibilidade de desligar a operação "rádio" do aparelho e utilizar os demais recursos do PDA durante um vôo, como por exemplo, a redação de e-mails. Após o pouso, o usuário religa a operação e pode enviar os e-mails redigidos e receber os novos, que ficaram retidos durante a viagem.
"Nossa preocupação foi colocar à disposição do executivo informações que antes ele só tinha disponível no seu escritório", diz Wagner Guedes, diretor de serviços da IBM Brasil, numa referência ao conceito de "mobile office".
O BlackBerry será comercializado em regime de comodato (empréstimo): a empresa adquire uma configuração do serviço, pelo preço mínimo de R$ 4,5 mil, mais uma taxa mensal de R$ 400 por aparelho.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre PDAs
Esta vale para quem quer ou não ficar deprimido... Como a mudança de postura interfere mesmo em nossa vida! December 19 Estou iniciando hoje a construção deste blog... Bom... aos poucos vou arrumando um tempinho para organizar melhor e contar as novidades.... Estou em contagem regressiva para o Natal... não vejo a hora... faltam 5 dias Meu cartão digital de Boas Festas está disponível em meu disco virtual: http://mary_grace.sites.uol.com.br/disco_virtual/natal []s Mary Grace
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